Denise Lahutte
Denise Lahutte, psicóloga

Psicoterapia Individual e de Casal

Às vezes, quem precisa de cuidado é você. Às vezes, é a relação.

O mais difícil nem sempre é o que acontece entre você e alguém. É o que isso vai fazendo com você.

Há décadas, acompanho pessoas e casais na compreensão dos vínculos que marcam suas histórias. A clínica me ensinou que nem sempre o problema está onde a queixa aparece.

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Quero conversar com a Denise

Uma conversa inicial, sem compromisso.

Nem sempre a gente sabe explicar o que está doendo.

Mas algumas frases dizem muito.

“Parece que falamos línguas diferentes.”

“Já nem sei mais se queremos as mesmas coisas.”

“Digo o que penso e depois fico me perguntando se exagerei.”

“Há coisas na minha família que continuam me afetando, mesmo depois de tantos anos.”

“A relação acabou. Mas eu ainda não consegui sair dela.”

“Repito nas relações exatamente o que jurei que não ia repetir.”

Nem toda relação que precisa de cuidado é com outra pessoa. Existe também a relação com você.

Ela aparece em como você se deixa amar, no que aceita em silêncio, nas dúvidas sobre o próprio valor e no que se repete, mesmo quando você promete que, dessa vez, vai ser diferente.

E nem sempre isso começa na relação atual. Pode ter raízes em histórias antigas e no jeito de se relacionar que foi se formando ao longo da vida.

Denise Lahutte

Psicoterapia individual

Um lugar onde você não precisa fingir força.

Você tenta entender por que certas situações mexem tanto com você. Promete que, da próxima vez, vai reagir diferente. Mas, quando acontece de novo, lá está você, fazendo exatamente o que não queria.

Entender o que acontece é importante. Conseguir fazer diferente é outra história.

Por isso, aqui a terapia não é só um espaço para falar. É um trabalho com direção.

Compreender o que se repete

Você sai do automático e começa a enxergar o que está por trás: o que aprendeu, com quem aprendeu e por que isso ainda pesa hoje.

Experimentar novas respostas

O cérebro tende a repetir o caminho que conhece, mesmo quando ele machuca. Aqui, trabalhamos o que fazer na hora em que você costuma calar, ceder, explodir ou travar.

Sustentar a mudança na vida real

O teste acontece fora da sessão: na conversa difícil, no trabalho, na família. Trabalhamos para que o novo não se desfaça na primeira pressão.

Nesse trabalho, olhamos para

  • as histórias da família e de relações passadas que ainda pesam no presente
  • o que volta a acontecer nas suas relações
  • a maneira como você se enxerga, se cobra e se coloca diante dos outros
  • como dizer o que você precisa e sustentar limites, mesmo quando isso desperta culpa
  • o que ficou mal resolvido em relações que já terminaram
  • as decisões difíceis que você precisa tomar

Você não precisa ter todas as respostas para começar.

Talvez o que mais canse nem seja a dor. É perceber que, depois de tudo o que você já tentou, algumas coisas continuam doendo.

A terapia não é mais uma tentativa. É onde você entende por que isso se repete e descobre o que pode fazer diferente.

Terapia de casal

Vocês ainda se amam. Mas estar junto ficou difícil.

Vocês tentam conversar, mas acabam discutindo. Para evitar outra briga, vem o silêncio. E assim vão deixando de falar justamente sobre o que mais importa.

Casal em sessão de terapia

A briga de hoje raramente é só sobre o que aconteceu hoje. Quando um casal chega à terapia, geralmente já conversou muito, tentou resolver, prometeu recomeçar. Mesmo assim, o desgaste foi se acumulando. Talvez vocês estejam vivendo algo assim:

Na terapia de casal, o foco não é descobrir quem tem razão. É entender o que acontece entre vocês: o ciclo que se repete nas brigas, como cada pessoa participa dele, o que sente e não consegue dizer, o que ainda é possível construir.

Esse trabalho pode abrir espaço para recuperar a escuta, o respeito, a intimidade e a parceria. Pode também ajudar a enxergar com mais clareza se ainda existe um caminho que vocês desejam construir a dois.

Denise Lahutte

Quem conduz

Olá, sou a Denise.

Sou psicóloga clínica, com formação em terapia sistêmica e foco em casais e relacionamentos.

São quase quatro décadas de clínica, mais de vinte anos atendendo casais e duas décadas supervisionando psicólogas. Mas o que esses anos mais me ensinaram foi a não tomar a primeira queixa como a história inteira.

Uma dificuldade de comunicação pode esconder o medo de perder alguém. Quem chega falando do casamento pode descobrir que parte da dor começou muito antes dele. E quem chega pensando em se separar pode estar tentando entender se é a relação que quer deixar ou a maneira como está vivendo nela.

É esse olhar que levo para cada sessão: ir além da queixa que trouxe você até aqui e trabalhar o que pode ser diferente daqui para a frente.

Como começar

Para começar, basta uma mensagem.

01Você me chama no WhatsApp.

Não precisa explicar tudo. Pode ser só uma frase.

02Conversamos.

Uma conversa inicial para entender o que você está vivendo e qual formato faz mais sentido: individual ou casal.

03Combinamos o início.

Se fizer sentido para você, escolhemos um horário e organizamos os detalhes para começar, conforme a disponibilidade da agenda.

Perguntas frequentes

E se eu não souber por onde começar?

Você pode começar pelo que está acontecendo agora. Ou dizer apenas que não sabe por onde começar. Isso também é um começo.

Como sei se preciso de terapia individual ou de casal?

Conversamos sobre isso no primeiro contato. É bastante comum que haja essa dúvida, e com poucas perguntas eu ajudo você a entender o que faz mais sentido para você ou para vocês.

E se a outra pessoa não quiser fazer terapia de casal?

Você pode optar pela terapia individual. Nela, também trabalhamos o que você está vivendo na relação, mesmo sem a participação da outra pessoa.

Como são as sessões?

Online, por vídeo. As sessões, individuais ou de casal, duram de 45 a 50 minutos.

Posso fazer uma sessão avulsa?

Eventualmente, sim. Mas a terapia é um trabalho contínuo, que pede tempo e aprofundamento. Por isso, costumo trabalhar com planos de acompanhamento, com um valor mais vantajoso por sessão. É uma forma de facilitar a continuidade do acompanhamento.

Quanto custa?

Os honorários e as formas de pagamento são apresentados na conversa inicial.

Recebo materiais entre as sessões?

Quando faz sentido para a pessoa e para o processo terapêutico, sim. Exercícios, leituras e materiais de apoio entram conforme a necessidade e os objetivos trabalhados.

Atende quem mora fora do Brasil?

Sim. Os atendimentos são online, e você pode fazer de qualquer país.

O que eu disser fica entre nós?

Sim. O que é dito em sessão é protegido pelo sigilo profissional, previsto no Código de Ética Profissional do Psicólogo.

Você não precisa continuar andando em círculos.

A gente pode encontrar um caminho diferente.

Quero conversar com a Denise

Uma conversa inicial, sem compromisso.